A ExpoEcomm Fortaleza 2026 reuniu cerca de 1.200 participantes, 50 expositores e dois auditórios com programação simultânea em torno de um tema que pulsa cada vez mais forte no interior produtivo do Brasil: a digitalização das operações comerciais. E a GoDeep estava lá.
Eduardo Oliveira, CEO e fundador da GoDeep, subiu ao palco para falar sobre B2B digital para uma plateia que, como ele mesmo descreveu logo após a apresentação, não precisava de convencimento sobre o porquê digitalizar.
“É incrível, porque tem se confirmado tudo que a gente tem visto ao longo do Brasil: esse interesse da indústria, do distribuidor, em estar presente no digital”, disse Eduardo. “Entendendo que digitalização não é exclusivamente e-commerce. A gente fala de desenvolvimento de novos canais, de outros formatos de vendas.”
O mercado cearense já está pronto. A pergunta é: pronto para quê?
Quem acompanhou o evento de perto percebeu que o Ceará não é um mercado em fase de conscientização sobre o digital. O cenário é outro: empresas industrializadas, operações em escala, e uma pressão crescente para expandir além das fronteiras do estado.
Pablo, executivo de vendas, que representou a GoDeep no evento ao lado de Eduardo, resumiu bem o que viu:
“O mercado já bastante industrializado, então muitas empresas já num nível de querer digitalizar as operações comerciais, especialmente os representantes, pra poder expandir o mercado além do estado, da região Nordeste e conseguir vender pra além de onde o representante já chega hoje.”
Essa é uma das principais razões pelas quais o B2B digital deixou de ser pauta exclusiva de grandes centros. A pressão por expansão geográfica sem aumentar estrutura de vendas é uma realidade para distribuidores e indústrias em todo o Brasil, e o Nordeste não é exceção.
O representante como aliado, não como obstáculo
Um dos pontos centrais da fala do Eduardo em Fortaleza foi a relação entre digitalização e time de vendas. É o mesmo padrão que a GoDeep identifica em toda operação B2B que acompanha: o maior medo de quem digitaliza não é tecnológico. É comercial.
“A única forma do B2B ser protagonista no time de operação é quando ele entender a importância da participação do time de vendas e que ele serve como parceiro, esticando o braço e dando autonomia e mais profundidade e espaço pra atuação do time de vendas”, disse Eduardo.
“Então e-commerce ou digitalização não compete com o time de vendas. Eles são aliados em prol do mais resultado e atingimento de mais canais e mais localidades.”
Pablo reforçou o mesmo ponto a partir do que observou nas conversas do evento:
“Mais também personalização no atendimento dos representantes comerciais, fazendo com que eles consigam ser mais consultivos.”
Aqui está o job central do B2B digital bem-feito: não substituir o RCA, mas ampliar o raio de atuação dele. O digital vai onde o representante não chega fisicamente, e o representante faz o que nenhuma plataforma substitui.
O que a ExpoEcomm Fortaleza confirma sobre o B2B digital no Brasil
A edição cearense do evento reforçou uma tendência que a GoDeep acompanha há 18 anos: a digitalização B2B não é mais uma decisão de futuro. Para indústrias e distribuidores ela é uma decisão de sobrevivência competitiva.
Expandir para novos estados sem abrir filial. Dar ao RCA um app que permite positivar clientes sem depender de ligação. Fazer o cliente pedir pelo canal que preferir, com as políticas comerciais certas aplicadas automaticamente. Esses não são diferenciais. São requisitos.
Com mais de 300 operações ativas e R$12 bilhões transacionados ao longo dos anos, a GoDeep leva para cada evento não um discurso sobre o futuro do B2B, mas a prova do que já funciona, construída junto com quem opera na ponta.
Quer aprofundar o papo?
Se você passou pela ExpoEcomm Fortaleza e algum desses pontos tocou na sua realidade, ou se não estava lá mas reconhece os desafios, o próximo passo é simples: uma conversa sobre como sua operação está estruturada hoje.
